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Qual é o Melhor Vinho da América do Sul: Chile x Argentina x Brasil x Uruguai
Selecionei o melhor vinho de cada país.
Vou degustar os 4 às cegas.
Quer saber quais são esses vinhos?
Como eles foram selecionados?
Conheça melhor esses grandes vinhos.
Qual vai ser o destaque dentre os destaques?
Esse tema veio de uma sugestão que eu recebi aqui nos comentários.
Por que esses vinhos foram selecionados?
Só considerei vinhos já degustados aqui no canal.
Selecionei para cada país aquele que teve melhor nota em degustações aqui do canal.
Conheça agora os vinhos que tem a maior nota de cada país.

Brasil: Pizzato DNA99 2015
Pizzato DNA99 2015.
Ícone da Pizzato no Vale dos Vinhedos a 495 msnm.
Produzido apenas nas melhores safras.
13.5% álcool e 13 meses em barricas francesas de primeiro uso com baixa e média tostagem.
Já obteve 95 pontos na Revista Decanter (inglesa).
Notas do produtor: vermelho escuro com tons de púrpura; aromas de frutas vermelhas, ameixas pretas, doce de frutas, terra molhada, especiarias doces, moca e leve torrefação; equilibrado com taninos de grãos finos, encorpado e com longa persistência.
Preço Google: R$380

Uruguai: Garzon Petit Clos Tannat 2018 Block #212
Garzon Petit Clos Tannat 2018 Block 212
Produzido pela Bodega Garzon que está situada próxima a Punta del Este.
Vinhedo a 18km do Oceano Atlântico.
Principal varietal Tannat da Garzon.
Considerado pelo Descorchados (2022) como melhor varietal Tannat do Uruguai.
100% Tannat.
13.5% álcool.
Fermentado em tanques de cimento.
Amadurecido por 12 meses em tonéis de carvalho francês sem tostagem.
Notas do produtor: cor rubi profunda; aromas frescos intensos de ameixas negras, amoras, madeira e mineral; fresco com taninos amáveis e polidos com um final longo.
Melhor preço no Google: R$500.

Chile: Clos Apalta 2009
Clos Apalta 2009
Principal vinho da Clos Apalta, localizado em Apalta, Vale de Colchagua.
A safra de 2005 foi considerada como o melhor vinho do mundo no ranking da Wine Spectator.
As safras de 2014, 2015 e 2017 obtiveram 100 pontos do James Suckling.
Vinhedos plantados em 1920, orgânicos/bio dinâmicos, sem enxertos (pré-filoxera).
2 a 3 mil kg/ha.
78% Carmenere, 19% Cabernet Sauvignon, 3% Petit Verdot.
Uvas são desengaçadas manualmente.
Fermentado com leveduras selvagens.
Não utilizam bombas, apenas gravidade.
24 meses em barricas novas de carvalho francês.
15,5% álcool.
Notas do produtor: cor profunda púrpura; aromas de cereja, ameixa, figo seco, café, baunilha e cravo; estrutura concentrada, taninos polidos e aveludados com um final longo.
Melhor preço no Google: R$1.000 (safra recente).

Argentina: Achaval Ferrer Altamira 2014
Achaval Ferrer Altamira 2014
Produzido pela Achaval Ferrer, também em Altamira, no Vale de Uco (Mendoza).
Maior pontuação de um Malbec por Robert Parker, 99 pontos na safra 2009.
Vinhedos em pé franco com mais de 90 anos de idade, com altitude de 1.050 metros.
Rendimento menor que 2 ton por hectare (muito baixo).
Precisam de 3 pés para produzir uma garrafa.
13 meses em barrica novas de carvalho francês.
14.5% álcool.

19 Comments

  1. Estou hoje em Valladolid na Espanha e visitei a Emilio Moro, degustando a linha Malleolus. O Sanchomartin é um vinho espetacular. Deve evoluir muito bem por no mínimo 15 anos, esse vídeo foi ótimo, grandes vinhos degustados. Ainda preciso visitar Mendoza e Chile, provar esses ícones sulamericanos, abraço ao casal.

  2. Meu PIX mandou eu tirar o meu cavalinho da chuva. Você não tem paladar pra esses 🤔🫣🤑🤑🤑🤐😅😅😅

  3. O Eduardo Chadwick é melhor que o Clos Apalta, me desculpa, na verdade é o melhor das americas, se puder ainda poste um teste com ele. Discordo tb do DNA 99, fizemos uma degustação às cegas aqui em bsb e ele foi o pior dos melhores aqui, perdeu inclusive pro Storia.

  4. Brasil não tá pra brincadeira não….. Todos os vinhos da pizzato são muito bons. O merlot de merlots deles tem um custo benefício fora de série.

  5. Parabéns casal. Mais um ótimo vídeo e certamente com vinhos excelentes. Hoje na América do Sul temos excelentes vinhos, Clos de Los siete, Catena Zapata, Crios da Suzana Balbo, Felino da vinha Cobos, o alma negra, o Dom Melchor. São tantos que não deixam nada a desejar em relação aos vinhos europeus. E os brazucas estão arrebentando também!!!

  6. Excelente vídeo para rever conceitos e dicas de degustação. Esse estilo de vídeo do canal, que ensina, informa e diverte é muito bacana! Mantenham o modelo, Júlio e Tati.
    Aproveitando, faz tempo que não trazem uma leva de espumantes. Que tal atualizar com as melhores opções até 80,00 (em supermercado)?

  7. Júlio deixo outras duas sugestões:
    1. Sempre reforça a importância de comprar vinho em local de confiança e, quando de supermercado, privilegiar aqueles menos prejudicados por um mal acondicionamento (exemplo de safras mais novas). A sugestão é degustar as cegas vinhos iguais, de safras mais antigas, um de supermercado e outro de adega de confiança, para avaliar influencia na qualidade.
    2) já nos explicou como a taça influencia – ppalmente em espumantes. Via de regra a degustação às cegas é feita em taças iguais para comparar os diferentes vinhos. Quero sugerir o contrário: vinhos iguais em taças distintas – para ver se essa mudança de taça muda a percepção de qualidade do vinho. (Claro tem que ter ao menos dois rótulos, cada um com fontes distintas de compra)
    Abraços

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